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25 agosto 2008

Mudando a mentalidade

Somos o que pensamos. Os nossos limites são estabelecidos pela nossa maneira de pensar. A mentalidade de uma pessoa é formada pelos seus pensamentos dominantes. Existem três tipos de mentalidade: mentalidade de sobrevivência, menatalidade de conquista e mentalidade de abundância. Todos experimentamos estes três tipos de mentalidade e o propósito de Deus é que evoluamos da mentalidade de sobrevivência para a mentalidade de abundância. Cada um destes tipos de mentalidade define e gera um estilo de vida e os resultados correspondentes.

18 agosto 2008

Atitudes e comportamentos

Podemos controlar e decidir sobre as nossas atitudes e comportamentos em relação aos outros, mas não podemos nem controlar nem decidir sobre as atitudes e comportamentos dos outros em relação a nós.

15 julho 2008

Problemas...

"Os problemas nunca vão desaparecer, mesmo na mais bela existência. Problemas existem para serem resolvidos, e não para perturbar-nos."
Augusto Cury

11 julho 2008

Não desistas!

O Evangelho regista as palavras ditas por Jesus a um pai, que tinha acabado de receber a notícia da morte da sua filha: "não desistas". Lutar faz parte da essência e do percurso de vida do ser humano. Vimos a este mundo com luta, vivemos com lutas e é com lutas que realizamos o nosso propósito. Somos lutadores. O problema é que há alturas em que uma pessoa é tentada a desistir ou chega mesmo a desistir de lutar pela sua vida, pelos seus sonhos, pelos seus ideais, por aquilo em que acredita. Como aquele pai, a força e a violência dos factos, por vezes, lançam uma pessoa ao tapete, deixando-a exangue para continuar a lutar. É nestas alturas que as palavras de Jesus ganham uma força impressionante: "não desistas". Não desistas ainda que pareça que já não há mais razão para seguir adiante. Não desistas ainda que sintas que já não tens força. Não desistas ainda que todos te digam: "já está morta, não incomodes mais o Mestre". Ainda assim, continua a lutar, a sonhar, a persistir. O ser humano foi criado por Deus com a capacidade de levantar-se dos escombros dos sonhos desfeitos e das esperanças derrubadas, para lançar os alicerces de um novo futuro e as escrever as linhas de um destino renovado.

16 junho 2008

O que fazer diante da recusa?

É normal experimentarmos recusas ao longo da nossa vida. Por vezes, essas recusas doem. A recusa é algo que incomoda e que chega a mexer com a maneira como a pessoa se percebe. Em lugar de encarar as recusas como parte do jogo da vida e procurar estratégias eficazes para lidar com elas, uma pessoa pode chegar a ver-se como "recusada". Não é só o problema de recusarem as minhas ideias, gestos, atitudes, ou até a mim mesmo; agora, eu mesmo, aos meus próprios olhos, vejo-me e identifico-me como uma pessoa recusada. A recusa passa a ser parte da minha identidade. Não tem que ser assim. Diante das recusas precisamos de aprender a cultivar a arte do DISTANCIAMENTO, não nos deixarmos envolver emocionalmente com as mesmas. Um distanciamento crítico, em que sou capaz de analisar e avaliar as recusas, separá-las da minha identidade, saber tirar lições (se for o caso), mas sem me deixar condicionar negativamente. Esse distanciamento emocional é crucial para poder seguir adiante na prossecução dos meus objectivos e ideiais de vida. Jesus foi muitas vezes rejeitado, recusaram a sua mensagem e recusaram-no a ele, mas ele nunca se deixou enredar na prisão das recusas alheias. Sabia qual era o seu propósito, que nem sempre as pessoas iriam concordar com ele, mas o seu desempenho e a postura não eram determinadas pelas recusas ou aceitações dos demais e sim pelo seu propósito.

06 junho 2008

Podes crer?

Se uma pessoa pode crer, se ela encontra em si a força da crença positiva, se ela se atreve a acreditar, então, sim, os milagres acontecem, as mudanças dão-se, as portas da oportunidade para uma vida melhor abrem-se, um novo caminho, cheio de esperança, surge. Tudo começa com o simples acto de crer, de decidir-se a romper com a dúvida que paralisa, com a incredulidade que reduz à mediocridade, com o pessimismo que aprisiona. Jesus diz, no Evangelho: "se tu crês, tu é possível ao que crê". Tudo. Sempre me espantou a dificuldade que as pessoas - principalmente as pessoas religiosas - têm com o poder da fé. Não se dão conta que ao colocar tantos "ses" e tantas condicionantes, não estão mais do que a manifestar a sua própria incredulidade, a sua fé morta, e a negar o poder libertador das palavras de Jesus. A força da fé está ao alcance de qualquer pessoa. Se tu crês, são as palavras. Não há cá se cumprires isto ou aquilo. Há apenas a proclamação libertadora do potencial criador de cada pessoa, de que se ela se dispõe a acreditar, com todo o seu ser, sem lugar a dúvida, vai conseguir, seja o que for que esteja no seu coração. As palavras de Jesus são para todos. São para ti, que lutas para sair da depressão; são para ti, que desejas uma vida melhor e lutas para romper com a mediocridade; são para ti, que tens sonhos e objectivos extraordinários; são para ti, que atravessas um tempo de crise e de luta, acreditando que sairás vencedor; são para todo o ser humano. São, afinal, para todos aqueles que sabem que sozinhos nada podem, mas, que pela fé, podem unir-se ao poder divino, sobrenatural de Deus, e alcançar o milagre da mudança e da vitória.